
Sujeitos estranhos com predicados esquisitos - Juca chaves
"Festa estranha, gente esquisita, eu não tô legal..." (Eduardo e Mônica / Legião Urbana)
Sabe aquele cara estranho, camarada seu que todo mundo zoa por alguma característica singular que geralmente soa como ridícula? Sim, este mesmo. É deste fulano que iremos falar neste artigo. Obviamente não daremos nomes aos bois, pois certamente isso será necessário.
Nosso objetivo não é expor alguém ao ridículo, mas sim enaltecer estas celebridades únicas, ícones do riso.
História de hoje: "Juca e a caneta"
(Baseado numa história real)
Hoje falaremos do nosso amigo Juca Chaves (*), fulaninho de estatura baixa, cabelo revolto, irritadiço, de poucos amigos e que chama a atenção por sua personalidade muito possessiva, que já foi alvo de muitas histórias pelo mundo redondo.
Estava eu, troxão por natureza, caminhando apressadamente em direção ao banheiro, já gotelejando, quando dou de cara com o ator principal desta história. Estava ele, em pé e parado na entrada do banheiro, dificultando a entrada de estranhos que podiam ameaçar seu patrimônio. Vesti a pele do "estranho" e mesmo arriscando minha integridade, resolvi entrar fitando o inimigo, que me olhava fixamente com a intenção de matar.
Notei que ao entrar, um olho de Juca me mirava e o outro cuidava de um objeto em cima da pia, mais precisamente uma simples caneta Bic, que certamente complicaria minha vida. Naquele momento, minha empreitada de fazer um ingênuo xixi se transformara em uma perseguição implacável, onde eu, era o vilão da história.
Por sorte, Deus me fez trouxão e resolvi então inticar seriamente com o inimigo. Olhava para o lado, mirava a caneta, olhava o cão raivoso, e notava que a cada movimento ameaçador meu, Juca ficava mais vermelho protegendo seu "precioso" com suas unhas e quase dentes.
Foram momentos assustadores mas antes que o pior acontecesse, resolvi parar de provocar, fazer meu xixi e tratar de ir embora. Mas antes que isso acontecesse, notei que desde a abertura de meu ziper até a última balançada, Juca observou meus movimentos e tenho certeza que escreveu em seu bloquinho com aquela mesma caneta: "Próximo que terei que matar: Chefe Troxão."
(*) Qualquer semelhança com aquela outra celebridade "menos conhecida", é puramente coincidência e certamente é um plágio do nosso sujeito estranho.
Pobre homem! ele sempre me cumprimenta. De certa forma devemos ter respeito aos terráqueos que mantém o ódio como forma de arma. Se nesta vida seja este o seu karma, que nele o seicho-no-ie penetre em sua mente como gotas homeopáticas. Pobre juca.. por favor defenda o seu Jus possidendi!
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