O Pai, ao cruzar diariamente a Loureiro da Silva, aspirava o odor "estranho" vindo daquela árvore.
Aos poucos o pai, foi tomando gosto, pegando afeição e decidiu adotar aquela grande árvore.
Então, o pai pensou: falta algo.
Aos poucos e com os dias passando, a cada cruzada na avenida, o pai começava a dar forma e criar beleza em sua árvore.
Nos primeiros meses o pai foi trazendo azulejos para dar valor e sentido ao uso diário da sua árvore. O pai sabia que precisava criar novidades e atrair o público para a sua árvore.
No final, o pai criou uma obra-prima, e a sua árvore teve o valor merecido, apesar de que até hoje as pessoas reclamam que as folhas sempre acabam na hora mais complicada.
Abaixo, uma foto da árvore do pai, que apesar de reformulada, continua mal cheirosa.

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