Quem não assistiu a este clássico ontem, perdeu uma grande oportunidade de ver a Máquina Tricolor esmagar o poderoso time do São José.
Time com vasto histórico de vitórias, o Zequinha não resistiu as investidas fulminantes dos componentes do glorioso Tricolor, que agora em nova edição, descobriu para que lado chutar e, inclusive, conseguiu colocar a bola dentro de um retângulo com rede, também conhecido como goleira.
A direção do clube azul até arrisca um palpite de que a partir deste jogo, os jogadores começarão a ensaiar passes, jogadas, triangulações e daqui a umas dez partidas, até cruzamento com chute a gol.
É mole ou querem mais!!!
Por incrível que pareça até a Barbye acidentalmente acertou o gol.
Agora é pra valer... Não "perdam" a revolta azul que possivelmente enfrentará novos campeões em busca do caneco Gaúcho e porque não dizer, a Liberta-dores e a não menos famosa copa Dubarulho...
quinta-feira, 19 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
Síndrome do conteúdo frouxo
Essa aconteceu com um dos elementos aqui do BLOG e que sirva de lição, principalmente para os que sofrem da síndrome do VOLUME FROUXO... ela pode induzir também à síndrome do CONTEÚDO FROUXO.. vejam que perigo!!!
Tarde da noite, mulher e elemento de conteúdo FROUXO já estavam deitados, quando...
MULHER : Se eu morresse você casava outra vez?
Elemento de conteúdo FROUXO: Claro que não!
MULHER: Não?! Não por quê?! Não gosta de estar casado?
Elemento de conteúdo FROUXO: Claro que gosto!
MULHER: Então por que é que não casava de novo?
Elemento de conteúdo FROUXO: Está bem, casava...
MULHER: (com um olhar magoado) Casava?
Elemento de Conteúdo FROUXO: Casava. Só porque foi bom com você...
MULHER : E dormiria com ela na nossa cama?
Elemento de conteúdo FROUXO: Onde é que você queria que nós dormíssemos?
MULHER: E substituiria as minhas fotografias por fotografias dela?
Elemento de conteúdo FROUXO: É natural que sim...
MULHER: E ela ia usar o meu carro?
Elemento de conteúdo FROUXO: Não. Ela não dirige...
MULHER : !!!! (silêncio)
Elemento de conteúdo FROUXO (em pensamento ): F.u.d.e.u !!!
*MORAL DA HISTÓRIA**:* *JAMAIS** ** prolongue um assunto com uma mulher...*
*apenas abane a cabeça ou diga 'A-HAM' ou 'HUM-HUM'.*
Tarde da noite, mulher e elemento de conteúdo FROUXO já estavam deitados, quando...
MULHER : Se eu morresse você casava outra vez?
Elemento de conteúdo FROUXO: Claro que não!
MULHER: Não?! Não por quê?! Não gosta de estar casado?
Elemento de conteúdo FROUXO: Claro que gosto!
MULHER: Então por que é que não casava de novo?
Elemento de conteúdo FROUXO: Está bem, casava...
MULHER: (com um olhar magoado) Casava?
Elemento de Conteúdo FROUXO: Casava. Só porque foi bom com você...
MULHER : E dormiria com ela na nossa cama?
Elemento de conteúdo FROUXO: Onde é que você queria que nós dormíssemos?
MULHER: E substituiria as minhas fotografias por fotografias dela?
Elemento de conteúdo FROUXO: É natural que sim...
MULHER: E ela ia usar o meu carro?
Elemento de conteúdo FROUXO: Não. Ela não dirige...
MULHER : !!!! (silêncio)
Elemento de conteúdo FROUXO (em pensamento ): F.u.d.e.u !!!
*MORAL DA HISTÓRIA**:* *JAMAIS** ** prolongue um assunto com uma mulher...*
*apenas abane a cabeça ou diga 'A-HAM' ou 'HUM-HUM'.*
segunda-feira, 16 de março de 2009
Sujeitos Estranhos com Predicados Esquisitos - Inspetor Bugiganga
História de hoje: A carona maldita(Baseado em fatos reais)
Hoje vamos contar uma história ímpar muito engraçada de um sujeito apelidado pelos amigos de Inspetor Bugiganga. Este apelido carinhoso se deu pois este personagem não vive sem sua maleta preta recheada de inúmeros segredos que desafiam a coragem dos que tentam descobrir seu conteúdo. Há quem diga que alguns dos segredos militares mais bem guardados são mantidos pelo Inspetor Bugiganga nesta maleta.
Ninguém sabe sua origem nem a razão exata pela qual o Inspetor Bugiganga é tão cuidadoso e meticuloso com sua maleta. Sua pasta lhe acompanha sempre em sua vida e por mais que pareça desprotegida debaixo de sua mesa, seu dono sabe de todos os mínimos detalhes que possam indicar que seu conteúdo foi adulterado. Desde sua posição espacial no ambiente físico até as marcas digitais deixadas na senha numérica configurada, todos os detalhes sempre foram percebidos por seu dono desafiando a curiosidade e perseverança de seus inimigos. De qualquer forma, sempre continuará existindo um tom misterioso que cerca esta famosa maleta e infelizmente ainda não temos estas informações.
Muitos já tentaram descobrir estes segredos mas não conseguiram. Um caso recente teve a participação do motoqueiro Wally, uma criatura que aparenta ser inofensiva mas que tentou sabotar por diversas vezes o conteúdo da maleta do inspetor. Por felicidade do inspetor, ainda não foi desta vez, Wally.
Bom, agora que já ilustramos alguns detalhes da vida do inspetor Bugiganga, contaremos a vocês uma história que por mais inacreditável que possa aparecer, aconteceu de fato com o ilustríssimo inspetor.
Por volta de 1992, nosso amigo trabalhava sem nenhuma ligação governamental e sua maleta servia apenas para guardar suas ferramentas e papeladas que eram necessárias para sua função. Um de seus clientes mais habituais morava próximo a sua casa e um certo dia, o inspetor recebeu a visita inesperada deste cliente convidando-o a visitar sua empresa na manhã do dia seguinte. A combinação era simples: As 07:00 da manhã daquele dia um carro da marca Volkswagen Voyager na cor dourada passaria na mesma esquina que o inspetor costumava esperar seu ônibus para lhe dar uma carona. Neste carro estariam presentes o dono da empresa e seu filho aguardando a chegada do inspetor. Caso o referido veículo não aparecesse neste horário combinado, o inspetor se deslocaria normalmente de ônibus até a empresa de seu cliente.
Como não poderia ser diferente, pontualmente as 07h daquele dia, o inspetor estava parado aguardando ancioso o voyager de seu cliente ou o ônibus de linha que o levaria ao seu objetivo.
Conforme previsto, o voyager dourado dobrou a esquina pontualmente, Bugiganga esticou seu braço solicitando sua parada e rapidamente nosso amigo entrou pela porta de trás e sentou-se confortavelmente no veículo. Sua valiosa maleta ficou em seu colo como de costume. "Vamos!" foram as palavras de Bugiganga, quando a porta se fechou. Após a partida, Bugiganga sentiu algo estranho no ar. Aquele silêncio insurdecedor não era comum. Nenhum "bom-dia" foi dado pelos ocupantes do carro e Bugiganga chegou a pensar que seus clientes estavam apenas com sono. Seria fácil compreender isso visto que o dia a recém tinha raiado.
Dois ou três minutos já haviam se passado quando Bugiganga, surpreso, se deparou com outra maleta preta ao seu lado, disposta no banco do carro. Imediatamente ele pensou: "Que estranho esta maleta. O pai do meu amigo não tinha maleta nenhuma..." A princípio nenhum problema aparente, até que, no espelho do retrovisor do motorista, Bugiganga repara que aqueles olhos que o fitavam não eram muito familiares. Ao olhar com mais atenção, Bugiganga notou que este mesmo motorista era completamente calvo, quase totalmente careca, diferente daquele conhecido pai de seu amigo. Com mais atenção ainda, constatou que nunca tinha visto aqueles seres antes em sua vida.
Naquele momento o mundo certamente parou e bugiganga queria descer. A esta altura, o motorista já devia ter reparado que corria uma lágrima do olho de Bugiganga, destilava frio de seu rosto ao mesmo tempo que sua perna tremia tanto que cutucava as costas dos ocupantes do carro.
É inacreditável pensar racionalmente nestas horas que o pânico toma conta, mas Bugiganga, em um ato rápido de coragem, falou tranquilamente: "Que sorte vocês terem passado por aqui. Meu ônibus está atrasado e tenho um compromisso que não pode ser perdido. Por isso pedi uma carona."
Logicamente que paralelo a isso, ele pensou: "@#P.Q.P@# Deus!!! Porque fez isso comigo? O que foi que eu te fiz?"
Raiva, vergonha, estupidez, imbecilidade, mico do ano ou mesmo da vida inteira, etc... Certamente foram estes pensamentos que maltratavam a cabeça de Bugiganga naqueles tristes momentos de viagem.
Qualquer homem ficaria desanimado, entristecido, acanhado, mas não Joseph Climber! OPS, digo, Não o Inspetor Bugiganga...
Mesmo querendo se atirar violentamente contra o vidro da janela ou perguntar "Quem sou eu? Hãh? Onde está você?", Bugiganga respirou fundo, parou de tremer suas pernas e calmamente proferiu sua última frase: "Se vocês me largarem próximo ao Shopping Lindóia, já está bom." E por mais surreal que isso possa parecer, seu serviço de "táxi gratuito" atendeu seu desejo largando-o no local mencionado.
Quando Bugiganga desceu do carro, uma sensação de paz contrastada com um sorrisinho sem-graça acompanhou-o até chegar no endereço de seu cliente. Quando chegou lá, recebeu a informação chocante que seu cliente não viria trabalhar naquele dia. Outro "Puta que o pariu!" foi dito em alto e bom som, mas desta vez verbalmente.
Tenham certeza que aquele foi o último compromisso marcado entre O Inspetor Bugiganga e aquele cliente.
Aguardem novos capítulos.
Hoje vamos contar uma história ímpar muito engraçada de um sujeito apelidado pelos amigos de Inspetor Bugiganga. Este apelido carinhoso se deu pois este personagem não vive sem sua maleta preta recheada de inúmeros segredos que desafiam a coragem dos que tentam descobrir seu conteúdo. Há quem diga que alguns dos segredos militares mais bem guardados são mantidos pelo Inspetor Bugiganga nesta maleta.
Ninguém sabe sua origem nem a razão exata pela qual o Inspetor Bugiganga é tão cuidadoso e meticuloso com sua maleta. Sua pasta lhe acompanha sempre em sua vida e por mais que pareça desprotegida debaixo de sua mesa, seu dono sabe de todos os mínimos detalhes que possam indicar que seu conteúdo foi adulterado. Desde sua posição espacial no ambiente físico até as marcas digitais deixadas na senha numérica configurada, todos os detalhes sempre foram percebidos por seu dono desafiando a curiosidade e perseverança de seus inimigos. De qualquer forma, sempre continuará existindo um tom misterioso que cerca esta famosa maleta e infelizmente ainda não temos estas informações.
Muitos já tentaram descobrir estes segredos mas não conseguiram. Um caso recente teve a participação do motoqueiro Wally, uma criatura que aparenta ser inofensiva mas que tentou sabotar por diversas vezes o conteúdo da maleta do inspetor. Por felicidade do inspetor, ainda não foi desta vez, Wally.
Bom, agora que já ilustramos alguns detalhes da vida do inspetor Bugiganga, contaremos a vocês uma história que por mais inacreditável que possa aparecer, aconteceu de fato com o ilustríssimo inspetor.
Por volta de 1992, nosso amigo trabalhava sem nenhuma ligação governamental e sua maleta servia apenas para guardar suas ferramentas e papeladas que eram necessárias para sua função. Um de seus clientes mais habituais morava próximo a sua casa e um certo dia, o inspetor recebeu a visita inesperada deste cliente convidando-o a visitar sua empresa na manhã do dia seguinte. A combinação era simples: As 07:00 da manhã daquele dia um carro da marca Volkswagen Voyager na cor dourada passaria na mesma esquina que o inspetor costumava esperar seu ônibus para lhe dar uma carona. Neste carro estariam presentes o dono da empresa e seu filho aguardando a chegada do inspetor. Caso o referido veículo não aparecesse neste horário combinado, o inspetor se deslocaria normalmente de ônibus até a empresa de seu cliente.
Como não poderia ser diferente, pontualmente as 07h daquele dia, o inspetor estava parado aguardando ancioso o voyager de seu cliente ou o ônibus de linha que o levaria ao seu objetivo.
Conforme previsto, o voyager dourado dobrou a esquina pontualmente, Bugiganga esticou seu braço solicitando sua parada e rapidamente nosso amigo entrou pela porta de trás e sentou-se confortavelmente no veículo. Sua valiosa maleta ficou em seu colo como de costume. "Vamos!" foram as palavras de Bugiganga, quando a porta se fechou. Após a partida, Bugiganga sentiu algo estranho no ar. Aquele silêncio insurdecedor não era comum. Nenhum "bom-dia" foi dado pelos ocupantes do carro e Bugiganga chegou a pensar que seus clientes estavam apenas com sono. Seria fácil compreender isso visto que o dia a recém tinha raiado.
Dois ou três minutos já haviam se passado quando Bugiganga, surpreso, se deparou com outra maleta preta ao seu lado, disposta no banco do carro. Imediatamente ele pensou: "Que estranho esta maleta. O pai do meu amigo não tinha maleta nenhuma..." A princípio nenhum problema aparente, até que, no espelho do retrovisor do motorista, Bugiganga repara que aqueles olhos que o fitavam não eram muito familiares. Ao olhar com mais atenção, Bugiganga notou que este mesmo motorista era completamente calvo, quase totalmente careca, diferente daquele conhecido pai de seu amigo. Com mais atenção ainda, constatou que nunca tinha visto aqueles seres antes em sua vida.
Naquele momento o mundo certamente parou e bugiganga queria descer. A esta altura, o motorista já devia ter reparado que corria uma lágrima do olho de Bugiganga, destilava frio de seu rosto ao mesmo tempo que sua perna tremia tanto que cutucava as costas dos ocupantes do carro.
É inacreditável pensar racionalmente nestas horas que o pânico toma conta, mas Bugiganga, em um ato rápido de coragem, falou tranquilamente: "Que sorte vocês terem passado por aqui. Meu ônibus está atrasado e tenho um compromisso que não pode ser perdido. Por isso pedi uma carona."
Logicamente que paralelo a isso, ele pensou: "@#P.Q.P@# Deus!!! Porque fez isso comigo? O que foi que eu te fiz?"
Raiva, vergonha, estupidez, imbecilidade, mico do ano ou mesmo da vida inteira, etc... Certamente foram estes pensamentos que maltratavam a cabeça de Bugiganga naqueles tristes momentos de viagem.
Qualquer homem ficaria desanimado, entristecido, acanhado, mas não Joseph Climber! OPS, digo, Não o Inspetor Bugiganga...
Mesmo querendo se atirar violentamente contra o vidro da janela ou perguntar "Quem sou eu? Hãh? Onde está você?", Bugiganga respirou fundo, parou de tremer suas pernas e calmamente proferiu sua última frase: "Se vocês me largarem próximo ao Shopping Lindóia, já está bom." E por mais surreal que isso possa parecer, seu serviço de "táxi gratuito" atendeu seu desejo largando-o no local mencionado.
Quando Bugiganga desceu do carro, uma sensação de paz contrastada com um sorrisinho sem-graça acompanhou-o até chegar no endereço de seu cliente. Quando chegou lá, recebeu a informação chocante que seu cliente não viria trabalhar naquele dia. Outro "Puta que o pariu!" foi dito em alto e bom som, mas desta vez verbalmente.
Tenham certeza que aquele foi o último compromisso marcado entre O Inspetor Bugiganga e aquele cliente.
Aguardem novos capítulos.
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Sujeitos Estranhos com Predicados Esquisitos
Como Não Esculhambar a Festa!!!
Aqui contaremos um causo de um amigo que possui as iniciais CT em seu nome, mas que por questões de regras aqui do blog e porque um de nossos participantes foi abusado quando piá, não usamos nada que possa comprometer ninguém.
Mas como eu estava dizendo, o amigo CT foi em uma festa da nova namorada do cunhado dele. Fica até dificíl de entender porque o nosso amigo foi convidado para a tal festa, mas tudo bem.
Chegando lá, o CT comeu uma "Paella". Pra quem não sabe, uma Paella é um prato à base de arroz, típico da gastronomia espanhola e que tem as suas raizes na comunidade de Valencia - daí que em Portugal seja comumente conhecido como Arroz à Valenciana.
Após degustar por várias vezes, diversas pequenas e grandes quantidades de porções da refeição, nosso amigo CT, começou a sentir alguns problemas estomacais.
Pensou ele, acho que não estou muito bem. Pensou novamente, acho que devo ir ao "toilette". Pra quem não sabe, toilette é banheiro mesmo.
Chegando ao banheiro, nosso amigo CT, arriou as calças e "bum". Parecia a Bomba Atômica, foi aquela merdança, pra tudo que era lado. Era chão, parede, vaso, tudo cagado.
Após fazer o que tinha que fazer no vaso, o nosso amigo, começou a fazer uma limpeza árdua em todo o banheiro.
Ao mesmo tempo que limpava, tinha uma piazada de merda, enchendo o saco e quase derrubando a porta, pedindo pra que ele saísse porque queriam usar o banheiro. CT, não dava bola, só queria limpar aquela cagada.
O CT olhava e via que o trabalho era complicado, mas foi limpando, limpando, limpando, até que, acabou o papel ...
E agora, pensou ele.
Bom, já que não tinha jeito, CT, pegou as cuecas e começou a lavar o chão.
Lavou, lavou e lavou.
A piazada seguia batendo na porta, achavam que o CT tinha morrido.
CT suou a camiseta, mas enfim, conseguiu deixar o banheiro limpíssimo.
Mas surgiu outro problema, e as cuecas.
Mais uma vez, CT pensou, pensou e decidiu atirar as cuecas pela janela do banheiro.
Colocou as calças, SEM CUECA, abriu a porta e a piazada na saída dele disse, "Bah mas que fedor".
O CT já indignado com aquela piazada xarope disse para um deles, "O Guri, pára com isso, NÃO ESCULHAMBA A FESTA, pra que isso".
Para finalizar, na saída da festa, os fundos do banheiro, localizavam-se no estacionamento de um supermercado, e de longe, CT, localizou a sua cueca pendurada na grade desse estacionamento, mas pensou ele, com todo o orgulho:
"Consegui, NÃO ESCULHAMBEI A FESTA".
Mas como eu estava dizendo, o amigo CT foi em uma festa da nova namorada do cunhado dele. Fica até dificíl de entender porque o nosso amigo foi convidado para a tal festa, mas tudo bem.
Chegando lá, o CT comeu uma "Paella". Pra quem não sabe, uma Paella é um prato à base de arroz, típico da gastronomia espanhola e que tem as suas raizes na comunidade de Valencia - daí que em Portugal seja comumente conhecido como Arroz à Valenciana.
Após degustar por várias vezes, diversas pequenas e grandes quantidades de porções da refeição, nosso amigo CT, começou a sentir alguns problemas estomacais.
Pensou ele, acho que não estou muito bem. Pensou novamente, acho que devo ir ao "toilette". Pra quem não sabe, toilette é banheiro mesmo.
Chegando ao banheiro, nosso amigo CT, arriou as calças e "bum". Parecia a Bomba Atômica, foi aquela merdança, pra tudo que era lado. Era chão, parede, vaso, tudo cagado.
Após fazer o que tinha que fazer no vaso, o nosso amigo, começou a fazer uma limpeza árdua em todo o banheiro.
Ao mesmo tempo que limpava, tinha uma piazada de merda, enchendo o saco e quase derrubando a porta, pedindo pra que ele saísse porque queriam usar o banheiro. CT, não dava bola, só queria limpar aquela cagada.
O CT olhava e via que o trabalho era complicado, mas foi limpando, limpando, limpando, até que, acabou o papel ...
E agora, pensou ele.
Bom, já que não tinha jeito, CT, pegou as cuecas e começou a lavar o chão.
Lavou, lavou e lavou.
A piazada seguia batendo na porta, achavam que o CT tinha morrido.
CT suou a camiseta, mas enfim, conseguiu deixar o banheiro limpíssimo.
Mas surgiu outro problema, e as cuecas.
Mais uma vez, CT pensou, pensou e decidiu atirar as cuecas pela janela do banheiro.
Colocou as calças, SEM CUECA, abriu a porta e a piazada na saída dele disse, "Bah mas que fedor".
O CT já indignado com aquela piazada xarope disse para um deles, "O Guri, pára com isso, NÃO ESCULHAMBA A FESTA, pra que isso".
Para finalizar, na saída da festa, os fundos do banheiro, localizavam-se no estacionamento de um supermercado, e de longe, CT, localizou a sua cueca pendurada na grade desse estacionamento, mas pensou ele, com todo o orgulho:
"Consegui, NÃO ESCULHAMBEI A FESTA".
quinta-feira, 12 de março de 2009
Eu já Sabiaaaaa
quarta-feira, 11 de março de 2009
Sujeitos Estranhos com Predicados Esquisitos - Smeagal
História de hoje: "O estranho Smeagal"(Baseado numa história real)
Era uma criatura estranha, com andar lento, pensamento vagaroso, de idade acentuada, olhos desvirtuados mas extremamente habilidoso para extrair informações sigilosas de seus inimigos. Conhecido como Smeagal, vivia isolado em uma ilha chamada "Carec's Island" situada a oeste do Mundo Redondo.
O grande sonho de Smeagal era adquirir conhecimento suficiente para construir um castelo e viver em um mundo de encanto onde tudo é belo. Mas para isso seria necessário conhecer novos horizontes e encontrar sua fonte de sabedoria. Mas onde e como encontrar isso? Ele precisava de conselhos e por isso foi ao encontro do ancião mais velho de sua aldeia, chamado Gandalf. Gandalf vivia nu e se agasalhava apenas com suas longas barbas brancas, característica essa que fascinava muito o ingênuo Smeagal.
O grande sonho de Smeagal era adquirir conhecimento suficiente para construir um castelo e viver em um mundo de encanto onde tudo é belo. Mas para isso seria necessário conhecer novos horizontes e encontrar sua fonte de sabedoria. Mas onde e como encontrar isso? Ele precisava de conselhos e por isso foi ao encontro do ancião mais velho de sua aldeia, chamado Gandalf. Gandalf vivia nu e se agasalhava apenas com suas longas barbas brancas, característica essa que fascinava muito o ingênuo Smeagal.
Ao encontrar Gandalf, Smeagal não conseguiu estabelecer contato pois o ancião não o compreendia. Por mais que o ancião se esforçasse em questioná-lo, Smeagal parecia falar um dialeto totalmente desconhecido. Após diversas tentativas, o ancião, já balbuciando e com o auxílio de sinais metafóricos aprendidos com outro ancião, orientou Smeagal a procurar outro sábio chamado Saruman, conhecido como o "Homem atrás do seu tempo".
Saruman, provinciano de Gurgeleséia, era conhecido pela sua curta paciência e extensa sabedoria. Sua fama destacou-se após o nascimento de sua filha Arwen, uma criatura graciosa que conquistava muitos corações e certamente era o motivo que trazia das mais longínquas províncias interessados em falar com o mestre Saruman.Após dias de caminhada, o esperto Smeagal com o auxílio de sua privilegiada audição, localizou o mestre Saruman. Sua aparência rústica aliada aos seus movimentos símios, assustou o sábio, que após recuperar o fôlego, questionou o visitante:
Sábio: - Como te chamas criatura?
Criatura: - Smiiiiigaaalllll.
Sábio: - O que queres?
Criatura: - Conhecimeeeeennnnntttooooo.
Sábio: - Por quê?
Criatura: - Smiiiiiiiiigalll queereeeer construir um casteeeeelo e para isso apreeeender no..vas coissssaaaaas.
Sábio: - Mas porquê um castelo? Você um ser tão pequeno poderia se contentar com uma simples cabana ou toca...
Cristura: - Nããããão Messsssstre, Smeagal queeerr ficar seguro...
Sábio: - Seguro? Há alguém ameaçando a sua vida?
Cristura: - Nããããão Messsssstre, Smeagal queererr protegerrr seu precioso...
Sábio: - Mas se você construir um castelo, você atrairá a curiosidade de gananciosos que procuram riquezas e certamente colocará em risco seu precioso.
Criatura: - Então o que Smeagal fazer meeeessstre?
Sábio: - Não esconda seu precioso em lugar nenhum. Utilize-o naturalmente em sua mão fazendo assim com que a pessoas pensem que ele não tem valor algum.
Criatura: - Na mão de Smiiigal?
Sábio: - Sim.
Criatura: - Mas anel precioso não servir na mão de Smeagal meeeeestre... Ele ser muito pequeno...
Sábio: - Coloque no dedo criatura estúpida.
Criatura: - Em qual dedo Smeagal deve colocar messsssstre?
Sábio: - Em qualquer dedo seu idiota!
Criatura: - No dedo de qual mão de Smigal mestre?
Sábio: Na mão da puta que o pariu #@!% sua besta!
Criatura: - Mas não era na mão de Smeagal? Smiiiiiiiiigal não ter mais mãe meeeeestre... Smiiiigal agora confuuuuuso...
Sábio: - Esqueça colocar no dedo, enfie no cu então!
Criatura: Ahhhhhh, então Smeagal ser esperto pois o precioso já está lá, e agora saber que está bem guardado... Smiiigal agradece mestre...
Sábio: - $%&!#%¨@!!!
(*) Qualquer semelhança com aquela outra celebridade "menos conhecida", é puramente coincidência e certamente é um plágio do nosso sujeito estranho.
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Sujeitos Estranhos com Predicados Esquisitos
terça-feira, 10 de março de 2009
Síndrome do Volume Frouxo!!!
Significado...

Síndrome é o agregado de sinais e sintomas associados a uma mesma patologia e que em seu conjunto definem o diagnóstico e o quadro clínico de uma condição médica.
Volume é a medida de intensidade sonora.
Frouxo é a definição dada para o colega, amigo ou meramente desconhecido que não passe de um cagão, borra botas, cócócó cócó, medroso, ou a mosca do cocô do cavalo do bandido... ou somente que "não fixa".. ora... não consegue se manter... algo solto, mole, mal apertado, despreparado..... passa a ser frouxo!!!!
Exemplo:
Diálogo de um casal...
a mulher pergunta - "Amor, vc vai jogar futebol hj?"
o homem responde - "Vou!!! Claro!!! (com uma voz forte e grossa)"
a mulher afirma - "Não entendi!"
o homem sussurra - "Claro que não Amor! Estava pensando em irmos ao cinema"
... Este é o melhor exemplo de cara FROUXO mesmo...
Bom... mas voltando ao assunto principal...
Este tipo de síndrome é claramente percebida em grandes personalidades tais como:
Ursinho Pimpão, A carcereira, etc.
Os sintomas :
- irritação na pele da "buneca", tipo.... o sujeito fica falando e se esfregando;
- tensão ministral, isto é, o ministro do joelho fica tremendo até não poder mais... o sujeito fica falando se esfregando e tremendo;
- no início uma conversa tranqüila (por segundos) e de repente um tom de VOZ alto, MUITO, MAS MUITO ALTO MESMO!!!!
Tratamento aconselhado:
- quando a pessoa portadora desta síndrome começar a subir o tom de voz....
...cante um trecho da música abaixo em alto e bom tom!
"Vem meu ursinho querido
Meu companheirinho
Ursinho Pimpão...
...Calma Pimpão (Pimpão)
Você é um gritão (Pimpão)
É tão bonita, a nossa audição
Manhã já vem (Pimpão)
Dorme Pimpão (Pimpão)
Urso folgado, não tem lição..."
...
Até
...

Síndrome é o agregado de sinais e sintomas associados a uma mesma patologia e que em seu conjunto definem o diagnóstico e o quadro clínico de uma condição médica.
Volume é a medida de intensidade sonora.
Frouxo é a definição dada para o colega, amigo ou meramente desconhecido que não passe de um cagão, borra botas, cócócó cócó, medroso, ou a mosca do cocô do cavalo do bandido... ou somente que "não fixa".. ora... não consegue se manter... algo solto, mole, mal apertado, despreparado..... passa a ser frouxo!!!!
Exemplo:
Diálogo de um casal...
a mulher pergunta - "Amor, vc vai jogar futebol hj?"
o homem responde - "Vou!!! Claro!!! (com uma voz forte e grossa)"
a mulher afirma - "Não entendi!"
o homem sussurra - "Claro que não Amor! Estava pensando em irmos ao cinema"
... Este é o melhor exemplo de cara FROUXO mesmo...
Bom... mas voltando ao assunto principal...
Este tipo de síndrome é claramente percebida em grandes personalidades tais como:
Ursinho Pimpão, A carcereira, etc.
Os sintomas :
- irritação na pele da "buneca", tipo.... o sujeito fica falando e se esfregando;
- tensão ministral, isto é, o ministro do joelho fica tremendo até não poder mais... o sujeito fica falando se esfregando e tremendo;
- no início uma conversa tranqüila (por segundos) e de repente um tom de VOZ alto, MUITO, MAS MUITO ALTO MESMO!!!!
Tratamento aconselhado:
- quando a pessoa portadora desta síndrome começar a subir o tom de voz....
...cante um trecho da música abaixo em alto e bom tom!
"Vem meu ursinho querido
Meu companheirinho
Ursinho Pimpão...
...Calma Pimpão (Pimpão)
Você é um gritão (Pimpão)
É tão bonita, a nossa audição
Manhã já vem (Pimpão)
Dorme Pimpão (Pimpão)
Urso folgado, não tem lição..."
...
Até
...
segunda-feira, 9 de março de 2009
AVISO AOS NAVEGANTES!
Aviso a todos os "navegantes" desse seleto BLOG. Está mais do que provado que aqueles que de alguma forma "DEBOCHAM" ou "INTICAM" com alguma entidade ou SERUMANO, principlamente com algum tipo de deficiência, acabam por pagar muito caro!!!! Em se falando de SANTOS então, aí nem se fala.. é castigo na certa!!!!
Sujeitos Estranhos com Predicados Esquisitos - O Homem Metafórico
As aventuras do Homem MetafóricoApós um dia cansativo de trabalho, nada melhor que uma boa caminhada ao poente do sol em direção ao estacionamento. Por sorte não está chovendo e poderei pegar tranquilamente minha "motinha" que limpei com tanto carinho. Subi na caranga ao som de Gilliard, e imediatamente fiquei faceiro em me lembrar que tinha um encontro marcado com minha querida patroa. Enquanto acelerava, eu rigozijava frequentemente ao imaginar a grande noite que eu teria.
Ao chegar em casa, me assustei com o que vi e disse: "Macacos me mordam! Quem é aquele vilão que está dentro da minha casa?"
Então me despedi da minha "motinha" e me aproximei calmamente, percebendo assim que minha patroa corria perigo. Pelas sombras da escuridão, coloquei meu disfarce multi-colorido e sem pestanejar, corri em direção a janela a fim de estudar os movimentos do desconhecido.
Em um momento único, percebi que não se tratava de um simples invasor de lares felizes, mas sim, meu arqui-inimigo: O "Sr. Louva-Deus".
"Ai, que raiva, que raiva, que raiva!" foi o que sussurrei ao ver que minha amada encontrava-se desacordada a mercê do inimigo.Era um momento delicado e eu seria obrigado a utilizar meus maiores poderes para escapar daquela situação.
Foi então que abri a porta com meu canivete suíço empurrando-a com toda minha virilidade, e gritei: "Tire as mãos da minha pequena seu menino mau!". Fiquei tão bravinho quando ele simplesmente riu que fui obrigado a utilizar a "violência verbal", minha maior arma.
Foram necessários duros golpes de acentuação seguidos por muitas contra-barras e alt-gr's até que ele, já sem forças e totalmente ensurdecido, saiu mancando gritando como sempre: "Eu voltarei..., eu voltarei Homem-Metafórico."
Por sorte, ele entrou em "kernel-panic" antes que eu fosse obrigado a utilizar os chmod's disponíveis no meu cinto de utilidades.
Acordei minha amada, e enfim pude jogar PITFALL com ela.
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Sujeitos Estranhos com Predicados Esquisitos
Sujeitos estranhos com predicados esquisitos - Juca chaves

Sujeitos estranhos com predicados esquisitos - Juca chaves
"Festa estranha, gente esquisita, eu não tô legal..." (Eduardo e Mônica / Legião Urbana)
Sabe aquele cara estranho, camarada seu que todo mundo zoa por alguma característica singular que geralmente soa como ridícula? Sim, este mesmo. É deste fulano que iremos falar neste artigo. Obviamente não daremos nomes aos bois, pois certamente isso será necessário.
Nosso objetivo não é expor alguém ao ridículo, mas sim enaltecer estas celebridades únicas, ícones do riso.
História de hoje: "Juca e a caneta"
(Baseado numa história real)
Hoje falaremos do nosso amigo Juca Chaves (*), fulaninho de estatura baixa, cabelo revolto, irritadiço, de poucos amigos e que chama a atenção por sua personalidade muito possessiva, que já foi alvo de muitas histórias pelo mundo redondo.
Estava eu, troxão por natureza, caminhando apressadamente em direção ao banheiro, já gotelejando, quando dou de cara com o ator principal desta história. Estava ele, em pé e parado na entrada do banheiro, dificultando a entrada de estranhos que podiam ameaçar seu patrimônio. Vesti a pele do "estranho" e mesmo arriscando minha integridade, resolvi entrar fitando o inimigo, que me olhava fixamente com a intenção de matar.
Notei que ao entrar, um olho de Juca me mirava e o outro cuidava de um objeto em cima da pia, mais precisamente uma simples caneta Bic, que certamente complicaria minha vida. Naquele momento, minha empreitada de fazer um ingênuo xixi se transformara em uma perseguição implacável, onde eu, era o vilão da história.
Por sorte, Deus me fez trouxão e resolvi então inticar seriamente com o inimigo. Olhava para o lado, mirava a caneta, olhava o cão raivoso, e notava que a cada movimento ameaçador meu, Juca ficava mais vermelho protegendo seu "precioso" com suas unhas e quase dentes.
Foram momentos assustadores mas antes que o pior acontecesse, resolvi parar de provocar, fazer meu xixi e tratar de ir embora. Mas antes que isso acontecesse, notei que desde a abertura de meu ziper até a última balançada, Juca observou meus movimentos e tenho certeza que escreveu em seu bloquinho com aquela mesma caneta: "Próximo que terei que matar: Chefe Troxão."
(*) Qualquer semelhança com aquela outra celebridade "menos conhecida", é puramente coincidência e certamente é um plágio do nosso sujeito estranho.
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Sujeitos Estranhos com Predicados Esquisitos
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