segunda-feira, 9 de março de 2009

Sujeitos Estranhos com Predicados Esquisitos - O Homem Metafórico

As aventuras do Homem Metafórico

Após um dia cansativo de trabalho, nada melhor que uma boa caminhada ao poente do sol em direção ao estacionamento. Por sorte não está chovendo e poderei pegar tranquilamente minha "motinha" que limpei com tanto carinho. Subi na caranga ao som de Gilliard, e imediatamente fiquei faceiro em me lembrar que tinha um encontro marcado com minha querida patroa. Enquanto acelerava, eu rigozijava frequentemente ao imaginar a grande noite que eu teria.
Ao chegar em casa, me assustei com o que vi e disse: "Macacos me mordam! Quem é aquele vilão que está dentro da minha casa?"
Então me despedi da minha "motinha" e me aproximei calmamente, percebendo assim que minha patroa corria perigo. Pelas sombras da escuridão, coloquei meu disfarce multi-colorido e sem pestanejar, corri em direção a janela a fim de estudar os movimentos do desconhecido.
Em um momento único, percebi que não se tratava de um simples invasor de lares felizes, mas sim, meu arqui-inimigo: O "Sr. Louva-Deus".

"Ai, que raiva, que raiva, que raiva!" foi o que sussurrei ao ver que minha amada encontrava-se desacordada a mercê do inimigo.
Era um momento delicado e eu seria obrigado a utilizar meus maiores poderes para escapar daquela situação.
Foi então que abri a porta com meu canivete suíço empurrando-a com toda minha virilidade, e gritei: "Tire as mãos da minha pequena seu menino mau!". Fiquei tão bravinho quando ele simplesmente riu que fui obrigado a utilizar a "violência verbal", minha maior arma.
Foram necessários duros golpes de acentuação seguidos por muitas contra-barras e alt-gr's até que ele, já sem forças e totalmente ensurdecido, saiu mancando gritando como sempre: "Eu voltarei..., eu voltarei Homem-Metafórico."
Por sorte, ele entrou em "kernel-panic" antes que eu fosse obrigado a utilizar os chmod's disponíveis no meu cinto de utilidades.
Acordei minha amada, e enfim pude jogar PITFALL com ela.

Um comentário:

  1. "Pequeno gafanhoto", curve-se para o destino, Surgindo então em forma de um menino o verdadeiro herói de um templo shao-lin - Dentre essas palavaras como engigma, diante de tudo que vi nem mais um mestre, muito menos te boo lee. O verdadeiro parâmetro entre o herói e a realidade é o mito que se cria, uma unção gerada dos guerreiros goitacazes numa lutra entre os sanguinários caiapós - os mais violentos guerreiros indígenas brasileiros - a epígrafe dominus litis.

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