As aventuras do Homem MetafóricoApós um dia cansativo de trabalho, nada melhor que uma boa caminhada ao poente do sol em direção ao estacionamento. Por sorte não está chovendo e poderei pegar tranquilamente minha "motinha" que limpei com tanto carinho. Subi na caranga ao som de Gilliard, e imediatamente fiquei faceiro em me lembrar que tinha um encontro marcado com minha querida patroa. Enquanto acelerava, eu rigozijava frequentemente ao imaginar a grande noite que eu teria.
Ao chegar em casa, me assustei com o que vi e disse: "Macacos me mordam! Quem é aquele vilão que está dentro da minha casa?"
Então me despedi da minha "motinha" e me aproximei calmamente, percebendo assim que minha patroa corria perigo. Pelas sombras da escuridão, coloquei meu disfarce multi-colorido e sem pestanejar, corri em direção a janela a fim de estudar os movimentos do desconhecido.
Em um momento único, percebi que não se tratava de um simples invasor de lares felizes, mas sim, meu arqui-inimigo: O "Sr. Louva-Deus".
"Ai, que raiva, que raiva, que raiva!" foi o que sussurrei ao ver que minha amada encontrava-se desacordada a mercê do inimigo.Era um momento delicado e eu seria obrigado a utilizar meus maiores poderes para escapar daquela situação.
Foi então que abri a porta com meu canivete suíço empurrando-a com toda minha virilidade, e gritei: "Tire as mãos da minha pequena seu menino mau!". Fiquei tão bravinho quando ele simplesmente riu que fui obrigado a utilizar a "violência verbal", minha maior arma.
Foram necessários duros golpes de acentuação seguidos por muitas contra-barras e alt-gr's até que ele, já sem forças e totalmente ensurdecido, saiu mancando gritando como sempre: "Eu voltarei..., eu voltarei Homem-Metafórico."
Por sorte, ele entrou em "kernel-panic" antes que eu fosse obrigado a utilizar os chmod's disponíveis no meu cinto de utilidades.
Acordei minha amada, e enfim pude jogar PITFALL com ela.
"Pequeno gafanhoto", curve-se para o destino, Surgindo então em forma de um menino o verdadeiro herói de um templo shao-lin - Dentre essas palavaras como engigma, diante de tudo que vi nem mais um mestre, muito menos te boo lee. O verdadeiro parâmetro entre o herói e a realidade é o mito que se cria, uma unção gerada dos guerreiros goitacazes numa lutra entre os sanguinários caiapós - os mais violentos guerreiros indígenas brasileiros - a epígrafe dominus litis.
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